A cor da morte
O descaso dos estados e municípios brasileiros em relatar a cor da pele nas declarações de óbito, impossibilitam um estudo concreto das mortes no país. O mito existente a décadas de uma democracia racial e de que a cor da pele não faz diferença foi o fator mais impactante na dificuldade das pesquisas. Somente a 12 anos a identificação da cor da pele passou a ser obrigatória nas declarações de óbito no Brasil.
Já é possível comprovar, que a grande maioria dos assassinatos atingem homens jovensdos 14 aos 30 anos e, entre eles, principalmente os negros onde se inclui os “pardos” e “pretos”. É o que comprova a pesquisa feita pelo Ministério da Saúde.
Myriam,
A notícia é interessante e merece mais destaque. Aconselho você a publicar uma continuação deste tema só que desta vez você irá indicar as fontes través de hiperlinks mais objetivos, isto quer dizer, hiperlinks que levem o leitor direto ao assunto, ok! Cuidado com a digitação dos textos, a ortografia e a concordância.
Luís Cláudio
Luís Cláudio
Agosto 25, 2008 em 4:52 pm